Ao menos 935 kg de cocaína foram apreendidos um contêiner armazenado em um terminal do Porto de Santos, no litoral de São Paulo, nesta terça-feira (21). No acumulado do ano, mais 11,5 toneladas da droga já foram localizadas no cais. O número supera o total registrado em 2016: 10,6 toneladas.
Desta vez, a droga foi escondida em meio a proteína de soja em dois contêineres que têm como destino final o porto de Bilbao, na Espanha. A Receita Federal desconfia que os criminosos tenham colocado os sacos com a cocaína sem o consentimento do real proprietário da carga.
Imagens de escâneres por onde devem passar as caixas metálicas antes de serem embarcadas no navio auxiliaram nos trabalhos. Nelas, foi possível notar objetos em meio ao farelo da soja. Cães farejadores do canil da Alfândega de Santos confirmaram as suspeitas e a localização da droga.
Em um dos contêineres estavam 833 kg e, no outro, mais 102 kg. Toda a cocaína localizada foi entregue à Polícia Federal, que inicia agora investigação para identificar possíveis envolvidos com o tráfico internacional de drogas e como o carregamento foi escondido em uma carga regular.
Em 3 de novembro, 1.098 kg da mesma droga foram localizadas em bolsas escondidas em contêineres com destino ao Porto de Antuérpia, na Bélgica. Trata-se da apreensão recorde do ano. Em 23 de outubro, ocorreu a segunda maior operação, com 936 kg interceptados.
Com a apreensão desta terça-feira, chega a 11.539,69 kg o total de cocaína apreendida no cais santista em 24 operações realizadas este ano. Em 2016, foram 10.622,40 kg localizados em durante 22 operações realizadas pela Receita Federal e pela Polícia Federal no Porto de Santos.
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quarta-feira, 22 de novembro de 2017
Navio AEOLIAN HERITAGE
Nome - AEOLIAN HERITAGE
Construção - 2011
Bandeira - Grecia

Comprimento - 229 m
Boca - 32 m
Tipo - Graneleiro
IMO - 9483542
Navio KAMBANOS
Navio - KAMBANOS
Construção - 2010
Bandeira - Malta

Comprimento - 229 m
Boca - 36 m
Tipo - Graneleiro
IMO - 9469053
terça-feira, 21 de novembro de 2017
Navio FEDERAL OSHIMA
Navio - FEDERAL OSHIMA
Construção - 1999
Bandeira - Ilhas Marshall

Comprimento - 199 m
Boca - 23 m
Tipo - Graneleiro
IMO - 9200330
segunda-feira, 20 de novembro de 2017
SUBMARINO ARA SAN JUAN
A Marinha da Argentina afirmou neste domingo (19) que não está trabalhando com a dúvida sobre a sobrevivência dos 44 tripulantes do ARA San Juan, submarino que está desaparecido desde a última quarta-feira.
Sete chamadas via satélite que supostamente são oriundas do submarino da Marinha Argentina perdido no Atlântico foram detectadas no sábado, fazendo aumentar as expectativas de que a embarcação com 44 tripulantes seja localizada.
“As chamadas, com uma duração entre 4 e 36 segundos, foram recebidas entre as 11h52 e 16h52 (de Brasília) em distintas bases da Marinha, apesar de não conseguirem estabelecer contato”.
Isso porque, segundo o porta-voz Enrique Balbi, a tripulação estava preparada para um viagem de dez dias e tinha suprimentos para uma quinzena.
Oxigênio, disse ele, também não seria um problema, "já que contam com armazenamento suficiente".
Por outro lado, Balbi afirmou que as autoridades "não descartam nenhuma hipótese sobre o que pode ter acontecido com o submarino, que perdeu a comunicação quando fazia o trajeto entre Ushuaia (sul) e a Base Naval de Mar del Plata.
Segundo o porta-voz, a Marinha trabalha com a possibilidade de que esteja "tanto na superfície quando submerso, com ou sem propulsão".
As buscas ao San Juan já completaram 80% área estipulada pela Marinha. A área foi delimitada a partir do ponto em que foi feito o último contato do submarino.
De acordo com os registros do radar, essa comunicação foi de 240 milhas para o golfo de São Jorge, ou seja, 432 quilômetros no mar.
Antes de completar os 20% restantes da superfície marítima, o protocolo foi ativado para investigar as profundezas do mar, informou o jornal "Clarín".
O submarino tem uma velocidade submersa de 25 nós, ou cerca de 45 km/h, e pode navegar até profundidades superiores a 250 metros. Ambos os parâmetros são levados em consideração para traçar a área de pesquisa.
As Forças Armadas argentinas têm empregado todo tipo de embarcações e aviões nas buscas, de barcos científicos e corvetas a aviões de guerra, além de ter aceitado a ajuda nas buscas, inclusive, de navios pesqueiros.
O Brasil mobilizou três embarcações da Marinha, o navio polar almirante Maximiano, que se deslocava para Estação Antártica Comandante Ferraz; a fragata Rademaker, que regressava de uma operação com a Armada do Uruguai, e o navio de socorro submarino Felinto Perry, que desatracou da base almirante Castro e Silva, localizada no Rio de Janeiro.
Segundo nota do Ministério da Defesa, o navio Almirante Maximiliano chegou na manhã deste domingo à área onde o submarino deu seu último sinal de rádio, comunicando-se com o Navio de Apoio Logístico da Armada da Argentina Patagônia.
Porém, as buscas estão sendo dificultadas por ondas de seis metros, diz a nota.
A Força Aérea Brasileira também está colaborando com o envio de duas aeronaves, uma aeronave SC-105 Amazonas (busca e salvamento - SAR) e P-3AM Orion (patrulha).
Fonte: Exame
Folha S.Paulo
Sete chamadas via satélite que supostamente são oriundas do submarino da Marinha Argentina perdido no Atlântico foram detectadas no sábado, fazendo aumentar as expectativas de que a embarcação com 44 tripulantes seja localizada.
“As chamadas, com uma duração entre 4 e 36 segundos, foram recebidas entre as 11h52 e 16h52 (de Brasília) em distintas bases da Marinha, apesar de não conseguirem estabelecer contato”.
Isso porque, segundo o porta-voz Enrique Balbi, a tripulação estava preparada para um viagem de dez dias e tinha suprimentos para uma quinzena.
Oxigênio, disse ele, também não seria um problema, "já que contam com armazenamento suficiente".
Por outro lado, Balbi afirmou que as autoridades "não descartam nenhuma hipótese sobre o que pode ter acontecido com o submarino, que perdeu a comunicação quando fazia o trajeto entre Ushuaia (sul) e a Base Naval de Mar del Plata.
Segundo o porta-voz, a Marinha trabalha com a possibilidade de que esteja "tanto na superfície quando submerso, com ou sem propulsão".
As buscas ao San Juan já completaram 80% área estipulada pela Marinha. A área foi delimitada a partir do ponto em que foi feito o último contato do submarino.
De acordo com os registros do radar, essa comunicação foi de 240 milhas para o golfo de São Jorge, ou seja, 432 quilômetros no mar.
Antes de completar os 20% restantes da superfície marítima, o protocolo foi ativado para investigar as profundezas do mar, informou o jornal "Clarín".
O submarino tem uma velocidade submersa de 25 nós, ou cerca de 45 km/h, e pode navegar até profundidades superiores a 250 metros. Ambos os parâmetros são levados em consideração para traçar a área de pesquisa.
As Forças Armadas argentinas têm empregado todo tipo de embarcações e aviões nas buscas, de barcos científicos e corvetas a aviões de guerra, além de ter aceitado a ajuda nas buscas, inclusive, de navios pesqueiros.
O Brasil mobilizou três embarcações da Marinha, o navio polar almirante Maximiano, que se deslocava para Estação Antártica Comandante Ferraz; a fragata Rademaker, que regressava de uma operação com a Armada do Uruguai, e o navio de socorro submarino Felinto Perry, que desatracou da base almirante Castro e Silva, localizada no Rio de Janeiro.
Segundo nota do Ministério da Defesa, o navio Almirante Maximiliano chegou na manhã deste domingo à área onde o submarino deu seu último sinal de rádio, comunicando-se com o Navio de Apoio Logístico da Armada da Argentina Patagônia.
Porém, as buscas estão sendo dificultadas por ondas de seis metros, diz a nota.
A Força Aérea Brasileira também está colaborando com o envio de duas aeronaves, uma aeronave SC-105 Amazonas (busca e salvamento - SAR) e P-3AM Orion (patrulha).
Fonte: Exame
Folha S.Paulo
Navio GLYKOFILOUSSA
Construção - 2005
Bandeira - Malta

Comprimento - 225 m
Boca - 32 m
Tipo - Graneleiro
IMO - 9296236
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