O Navio estará no Rio de Janeiro entre os dias 30/11 e 3/12. Navio líder de sua classe, o USS Wasp e seus navios irmãos são os primeiros projetados especificamente para acomodar o Landing Craft Air Cushion (LCAC) para o movimento rápido de tropas sobre a praia e também embarca os jatos Harrier II (AV-8B) Vertical/Short Take-Off and Landing (V/STOL) que fornecem apoio aéreo aproximado para a força de assalto.
AV-8B Plus utilizado pelo United States Marine Corps (USMC) foi produzido pela última vez em 2003, e o USMC espera operar seus Harriers até 2025, quando serão substituídos pelos Joint Strike Fighter (JSF) F-35B Lightning II, que foram testados no navio em 2011. O Wasp, que tem 257 metros de comprimento e boca de 32 metros, também acomoda a gama completa de helicópteros da Marinha e do Corpo de Fuzileiros, além do tiltrotor MV-22 Osprey e embarcações de desembarque convencionais e veículos anfíbios. Em junho de 2016, a Wasp foi desdobrado pela primeira vez em 11 anos para o Oriente Médio, numa missão de seis meses. Em outubro de 2016, a Marinha dos EUA anunciou que a Wasp será desdobrado para Sasebo no Japão no final de 2017, substituindo seu navio irmão Bonhomme Richard, que será transferido para San Diego, Califórnia.
Presidente Argentino agradeceu o apoio prestado pela comunidade Internacional e que as buscas pelo submarino ARA SAN JUAN vão continuar.
O Governo argentino destacou neste domingo que sua "única preocupação" é encontrar o submarino desaparecido há 11 dias no Oceano Atlântico com 44 tripulantes a bordo e pediu que sejam evitadas "especulações" sobre a investigação realizada na cúpula da Marinha. "Fizemos e vamos seguir fazendo o impossível para encontrar o submarino, e o compromisso é que até o encontremos não vamos deixar de buscar", afirmou o ministro de Defesa, Oscar Aguad, em seu primeiro comparecimento público desde que foi perdido o contato com o ARA San Juan, em 15 de novembro. A busca, na qual participam 14 navios e três aeronaves de 13 países de todo o mundo, está concentrada entre 200 e mil metros de profundidade na zona na qual foi feito o último contato com o submarino pela última vez, no Golfo San Jorge, a 432 quilômetros do litoral patagônia argentina.