
Desde a noite de quarta-feira 31/01 já estava suspenso o embarque de animais vivos no Porto. A medida foi cumprida por volta das 23h40, a poucas horas do término do carregamento de 27 mil cabeças de gado da Minerva Foods.
A suspensão partiu do desembargador da 2ª Câmara Reservada ao Meio Ambiente, do Tribunal de Justiça de São Paulo, Luís Fernando Nishi. Ele atendeu a um agravo de instrumento apresentado pela Agência de Notícias de Direitos Animais (Anda) e pela Associação Itanhaense de Proteção aos Animais, parte da ação civil pública que movem contra a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), Ecoporto Santos, e a Minerva Foods (proprietária dos animais e maior exportadora de bois vivos do País) e a Prefeitura de Santos.
A Minerva Foods, por meio da assessoria de imprensa, informou que a exportação de bois vivos "é uma atividade regulamentada pelo Mapa e ressalta que, em seu processo, o manejo do gado segue todos os procedimentos adequados para preservar o bem-estar dos animais durante o embarque e no decorrer da viagem".
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